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Livro de Resumos
XVII ENMISP | 20-22 MAIO
Comunicações Orais de Investigação Comunicações Orais de Intervenção Pósters Prémios COMISSÃO CIENTÍFICA
COMUNICAÇÕES ORAIS - INVESTIGAÇÃO Concurso Científico
An Exploratory Burden-of-Disease Framework for Dietary Microplastic Exposure
Medeiros, Inês (Unidade Local de Saúde Algarve, Portugal); Thomsen, Sofie (DTU National Food Institute, Denmark); Pires, Sara (DTU National Food Institute, Denmark) Human exposure to microplastics is widespread, but estimating its population health impact remains methodologically underdeveloped. This study explored a proof-of-concept approach to estimate the burden of disease attributable to dietary microplastic ingestion in Portugal and Denmark, addressing an important gap for Public Health.
An exploratory burden-of-disease assessment was conducted using prior dietary exposure estimates derived from national food surveys (Portugal: IAN-AF 2015–2016, n=5,811; Denmark: DANSDA 2011–2013, n=3,669) combined with harmonised literature-based food microplastic concentrations. Population attributable fractions were estimated under a counterfactual scenario of zero dietary intake for two outcomes with available human effect estimates: colorectal cancer (CRC) and major cardiovascular events (CVD). Attributable disability-adjusted life years (DALYs) for 2023 were calculated using two approaches: constructed disease models based on GBD 2023 incidence, and direct application of attributable fractions to GBD 2023 DALYs. Uncertainty and Variability was explored through Monte Carlo simulation.
Attributable burden was minimal for CVD but substantial for CRC. Using the direct GBD-based approach, mean CRC-attributable DALYs were 23,190.8 (95% UI: 23,138.4–23,243.2) in Denmark and 85,808.9 (95% UI: 85,588.7–86,014.6) in Portugal, whereas mean CVD-attributable DALYs were 3.8 (95% UI: 3.7–3.8) and 30.6 (95% UI: 30.2–31.0), respectively.
This approach shows that burden-of-disease estimation for microplastics is feasible, but current results are highly exploratory and should not be interpreted as robust causal burden estimates. Major limitations include sparse epidemiological evidence, uncertain ingestion-to-tissue extrapolation, and likely overestimation for CRC. Even so, this framework may help structure future research, identify critical data gaps, and support environmental health surveillance and risk assessment.
Cost-utility analysis of GALAD vs ultrasound + ɑ-fetoprotein for hepatocellular carcinoma screening
Franco-Pego, Francisco (Unidade Local de Saúde Almada-Seixal, Portugal; London School of Hygiene & Tropical Medicine, Reino Unido) Hepatocellular Carcinoma (HCC) is the third deadliest cancer worldwide. Detection in early stages is fundamental for therapeutic success. In the UK, the established screening method uses blood α-fetoprotein (AFP) and ultrasound (US). GALAD score consists of biomarkers and personal information items, has shown higher diagnostic accuracy but has not been subject to economic evaluation.
As such, we aimed to evaluate the cost-utility of semi-annual GALAD screening compared with AFP+US in populations at high risk of HCC. For that we created a Markov Model for the disease pathway and measured costs and quality-adjusted life-years (QALYs) from the National Health Service perspective. We obtained parameter estimates and uncertainty characterisation through systematic literature review. Besides base-case analysis, we performed one-way (OWSA), multiple-way (MWSA), threshold (TA), subgroup, and probabilistic sensitivity analyses (PSA). In the base-case, GALAD screening dominated AFP+US, providing higher QALYs at lower costs, resulting in a negative incremental cost-effectiveness ratio (ICER). GALAD remained cost-effective in all variations tested in OWSA, in the worst-case scenario of cost combinations through MWSA, and up to a GALAD test cost of 70 Great Britain Pounds (GBP) through TA.
In PSA, 85% of simulations increased QALYs and 80% decreased costs, with a 98% probability of being cost-effective. As such, GALAD is highly likely to be cost-effective and likely to dominate when compared with AFP+US for this purpose if its cost is below 70 GBP. This should hold despite the limitation of using different sources for transition probabilities, 2 extrapolated and 2 assumed parameters as results were also robust to structural assumptions tested. There should be a transition from AFP+US to GALAD in eligible populations, given the health-related quality of life gains and cost reductions. Further research should refine GALAD cost estimates and explore additional high-risk subgroups.
Encerramento de uma Central Termoelétrica: Impacto na Qualidade do Ar e Internamentos por DPOC e EAM
Soares, Juliana (Unidade Local de Saúde do Médio Tejo); Martins, Carla (Escola Nacional de Saúde Pública); Viegas, Susana (Escola Nacional de Saúde Pública); Aguiar, Pedro (Escola Nacional de Saúde Pública); Corda, Mariana (Escola Nacional de Saúde Pública) Gomes, João (Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo); Luís, Paulo (Unidade Local de Saúde do Médio Tejo); Boto, Carlos (Unidade Local de Saúde do Médio Tejo) Enquadramento: A exposição crónica a matéria particulada (PM10 e PM2,5) está associada a aumento da morbilidade cardiovascular e respiratória. Em Portugal, a evidência sobre o impacto de intervenções estruturais, como o encerramento de centrais termoelétricas a carvão e implementação de regulamentação europeia, na qualidade do ar e saúde permanece escassa. Este estudo avaliou a evolução da qualidade do ar e a associação entre PM e internamentos por Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) e Enfarte Agudo do Miocárdio (EAM) na população residente, entre 2002 e 2022.
Métodos: Estudo ecológico de séries temporais (2002-2022, excluindo 2016 e 2017 devido ao efeito confundidor dos incêndios florestais). Os dados de qualidade do ar foram obtidos da estação de monitorização mais próxima da central (QualAr) e os internamentos da base de dados de Grupos de Diagnóstico Homogéneo. Utilizaram-se correlações de Pearson e modelos lineares generalizados com distribuição binomial negativa, com análise estratificada por sexo e grupo etário, para estimar razões de taxas de incidência (IRR).
Resultados: Observou-se redução de 40% nas concentrações de PM10 e 52% nas de PM2,5 ao longo do período. Identificou-se associação significativa entre PM2,5 e internamentos por EAM nas mulheres ≥65 anos (IRR=1,075; p<0,001) e por DPOC na população ≥65 anos (IRR=1,036; p<0,001). Após o Decreto-Lei n.º 102/2010, registou-se redução de 22% nos internamentos por EAM (IRR=0,78; p<0,001).
Conclusões: Verificou-se melhoria sustentada da qualidade do ar, com associação entre PM2,5 e internamentos por EAM e DPOC na população idosa, sendo as mulheres ≥65 anos o grupo mais vulnerável para EAM. O desenho ecológico constitui uma limitação, não permitindo inferir causalidade. Os resultados reforçam a importância da integração entre políticas ambientais e estratégias de Saúde Pública.
COMUNICAÇÕES ORAIS - INTERVENÇÃO Concurso Científico
SINAVISTA: Redução da Subnotificação de IST na plataforma SINAVE
Senna, Letícia (Unidade Local de Saúde da Região de Leiria, Leiria, Portugal); Reis, Pedro Mendes (Unidade Local de Saúde da Região de Leiria, Leiria, Portugal); Alves, Bartolomeu (Unidade Local de Saúde da Região de Leiria, Leiria, Portugal) Em Portugal, as infeções sexualmente transmissíveis apresentam uma elevada carga global de doença, sobretudo as de notificação obrigatória. A sua vigilância é assegurada por intermédio do SINAVE, contudo, observa-se um nível elevado de subnotificação, com níveis superiores a 60% na Unidade Local de Saúde (ULS) alvo da intervenção. A evidência demonstra que sessões formativas, bem como ferramentas de apoio e feedback melhoram a notificação. Assim, face à elevada e crescente magnitude, transcendência e vulnerabilidade do problema, a sua abordagem considerou-se prioritária.
Com o objetivo de melhorar o nível de conhecimento, atitudes e práticas dos médicos (avaliado por um questionário pré validado) e, consequentemente, diminuir a subnotificação clínica de sífilis, gonorreia e clamídia (20% até final de 2026), foi desenvolvida uma intervenção multifacetada com sessões formativas, produção de documento de apoio e feedback regular do desempenho. De forma a garantir a sua sustentabilidade, foram utilizados recursos humanos da ULS e privilegiados materiais em suporte informático. Em função dos resultados obtidos, está previsto escalar a intervenção para outras Doenças de Notificação Obrigatória (DNO). Assim, optou-se por uma abordagem inovadora, ao integrar formação, ferramentas práticas e feedback contínuo.
Foram já realizadas 8 sessões formativas (64 médicos), verificando-se um aumento estatisticamente significativo do nível de conhecimento (p<0,001), observando-se melhorias significativas em vários itens (até 64%). Observou-se também melhoria da perceção global no domínio referente às atitudes, com aumento de respostas positivas (76,2%→87,5%), sobretudo na operacionalização da notificação.
Assim, a intervenção demonstrou uma melhoria do conhecimento e perceção dos médicos, não sendo ainda possível obter indicadores de impacto nesta fase da intervenção. A intervenção contribui para o reforço da vigilância epidemiológica e consequente quebra de cadeias de transmissão.
Criação de Sistema de Informação para Monitorização e Avaliação do PNSE a nível local
Malonek, Mariana (Unidade Local de Saúde Santo António, Porto, Portugal); Machado, Adriana (Unidade Local de Saúde Santo António, Porto, Portugal); Neto, Susana (Unidade Local de Saúde Santo António, Porto, Portugal); França, Beatriz (Unidade Local de Saúde Santo António, Porto, Portugal). Enquadramento O Programa Nacional de Saúde Escolar (PNSE) orienta a promoção da saúde em meio escolar, onde as atividades de Educação para a Saúde (EpS) assumem um papel central. Contudo, o diagnóstico de situação realizado numa Unidade de Saúde Pública identificou ausência de padronização dos registos, dispersão e duplicação de dados. Este cenário impossibilitava a análise agregada e sistemática das sessões EpS, comprometendo a monitorização e avaliação do PNSE.
Descrição da Intervenção Entre junho e dezembro de 2025 foi criado um sistema de informação para registo e monitorização das atividades EpS. Definiram-se como objetivos: criação de uma base de dados padronizada; formação de ≥90% dos profissionais; registo de ≥80% dos campos obrigatórios; desenvolvimento de um dashboard interativo. Assim procedeu-se à conceção colaborativa da base de dados, utilização de campos fechados e formação da Equipa Local de Saúde Escolar (ELSE). A execução envolveu todos os profissionais da ELSE, que integraram o sistema nas suas rotinas. A utilização de ferramentas institucionais simples e adaptáveis favorece a sustentabilidade e o potencial de replicação.
Resultados Consolidou-se uma base de dados estruturada, com 350 registos. A qualidade da informação foi elevada, com uma proporção de preenchimento dos campos obrigatórios de 97,7%. Foram formados 100% dos profissionais da ELSE. A criação do dashboard permitiu a monitorização de indicadores que abrangem diferentes dimensões, como unidade funcional, tema, ciclo de ensino, período de intervenção e público-alvo.
Conclusões A introdução deste sistema permitiu melhorar a qualidade e a consistência da informação, reforçando a capacidade de monitorização e avaliação do PNSE. Adicionalmente contribuiu para o apoio à decisão e um planeamento mais informado das intervenções em Saúde Escolar. Trata-se de uma abordagem sustentável e passível de replicação, ainda que dependente do envolvimento dos profissionais e da manutenção do sistema.
Reorganização dos Cuidados de Saúde em Tuberculose: Boas Práticas e Novas Abordagens
Jesus, Telma (Unidade de Saúde Pública Baixo Vouga da Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro); Gomes, Catarina (Unidade de Saúde Pública Baixo Vouga da Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro); Fonseca, Fátima (Consultas Respiratórias de Comunidade Nível B da Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro); Cabral, Sandra (Unidade de Saúde Pública Baixo Vouga da Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro); Lalanda, Adelaide (Unidade de Saúde Pública Baixo Vouga da Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro); Gomes, Alexandre (Consultas Respiratórias de Comunidade Nível B da Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro); Leitão, Rui Pedro (Unidade de Saúde Pública Baixo Vouga da Unidade Local de Saúde da Região de Aveiro) A tuberculose (TB) continua a ser um importante problema de saúde pública e é a principal causa de morte por agente infecioso no mundo. Em Portugal, apesar da tendência decrescente, a taxa de incidência (TI) (13,2 casos por 100 mil habitantes em 2024) permanece superior à média europeia. Com a criação das Unidades Locais de Saúde (ULS) e a necessidade de alcançar as metas da Organização Mundial de Saúde, surgiu a oportunidade de se reorganizar os Centros de Diagnóstico Pneumológico (CDP) em Consultas Respiratórias de Comunidade (CRC).
Tendo por base a orientação da Direção-Geral da Saúde, foi implementado numa ULS um modelo inovador de CRC-B, em janeiro de 2025, estruturado em 3 unidades: Prevenção (rastreio e tratamento de TB infeção), Doença (diagnóstico e tratamento de TB ativa) e Vigilância Epidemiológica, Investigação e Ensino. Este modelo permitiu novas abordagens, que incluem a separação funcional de circuitos para prevenção e doença, reforço da equipa médica (Infeciologia e Pneumologia), integração e articulação entre níveis de cuidados, alargamento de horário de atendimento (pós-laboral) e o rastreio de contactos em contexto comunitário.
No que respeita à atividade clínica, verificou-se um aumento do número de consultas médicas de 1919 em 2024 para 2794 em 2025. O tempo de demora mediano entre a 1ª consulta e o início do tratamento diminuiu de 13 em 2024 para 7 dias em 2025. Na TB infeção, o número de casos em tratamento aumentou de 86 em 2024 para 122 em 2025.
Este modelo organizacional teve um impacto positivo a curto prazo nos resultados operacionais da CRC-B, esperando-se que venha a ter impacto a médio/longo prazo nos outcomes de TB. Pretende-se, ainda, o alargamento de rastreios comunitários a outras populações vulneráveis, a monitorização de indicadores de qualidade e a capacitação dos profissionais de saúde para esta área.
PÓSTERS Concurso Científico
Título do Póster 1
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 1.
Título do Póster 2
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 2.
Título do Póster 3
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 3.
Título do Póster 4
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 4.
Título do Póster 5
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 5.
Título do Póster 6
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 6.
Título do Póster 7
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 7.
Título do Póster 8
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 8.
Título do Póster 9
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 9.
Título do Póster 10
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 10.
Título do Póster 11
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 11.
Título do Póster 12
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 12.
Título do Póster 13
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 13.
Título do Póster 14
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 14.
Título do Póster 15
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 15.
Título do Póster 16
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 16.
Título do Póster 17
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 17.
Título do Póster 18
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 18.
Título do Póster 19
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 19.
Título do Póster 20
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 20.
Título do Póster 21
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 21.
Título do Póster 22
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 22.
Título do Póster 23
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 23.
Título do Póster 24
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 24.
Título do Póster 25
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 25.
Título do Póster 26
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 26.
Título do Póster 27
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 27.
Título do Póster 28
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 28.
Título do Póster 29
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 29.
Título do Póster 30
Instituição 1, Instituição 2 Inserir abstract do póster 30.
Prémios
Reconhecimento | XVII ENMISP | 20 - 22 MAIO
Prémio Comunicações Orais – Investigação
1º Prémio
  • Curso ISPUP
  • Voucher 25€ LIDEL
  • 50% desconto MedProof
2º Prémio / Menção Honrosa
  • Ocean Medical
  • 50% desconto MedProof
3º Prémio / Menção Honrosa
  • 30% desconto MedProof
Prémio Comunicações Orais – Intervenção
1º Prémio
  • Curso ENSP
  • Voucher 25€ LIDEL
  • 50% desconto MedProof
2º Prémio / Menção Honrosa
  • Ocean Medical
  • 50% desconto MedProof
3º Prémio / Menção Honrosa
  • 30% desconto MedProof
Prémios Póster & Favorito do Público
Melhor Póster
  • Inscrição no curso Adhara
Favorito do Público
  • Inscrição INSPSIC
Comissão Científica
XVII ENMISP | 20-22 MAIO
Fotografia
ANA LÚCIA FIGUEIREDO
Médica especialista em Saúde Pública desde 2020, mestre em Medicina pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto.
Exerce funções na Unidade de Saúde Pública da Unidade Local de Saúde São João.
É Assistente Convidada na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (Departamento de Ciências da Saúde Pública e Forenses, e Educação Médica) lecionando a Unidade Curricular de Saúde Pública do Mestrado Integrado em Medicina.
Colabora com a Direção-Geral da Saúde (Direção de Serviços de Informação e Análise | Divisão de Epidemiologia e Estatística).
Fotografia
JOÃO DIONÍSIO
Médico especialista em Saúde Pública desde 2025, mestre em Medicina pela Universidade de Coimbra.
Atualmente, exerce funções na Unidade Local de Saúde Baixo Mondego.
Concluiu em 2024 a Pós-Graduação em Gestão e Direção de Serviços de Saúde.
Interessa-se por Inteligência Epidemiológica, Políticas de Saúde, Análise de dados e Transformação Digital.
Fotografia
VITOR VERÍSSIMO
​Médico especialista em Saúde Pública, a exercer funções na USP Cascais da ULSLO, E.P.E..
Entre 2023 e 2026 foi ponto focal nacional para o ECDC para as áreas da infeção pelo VIH, IST e Hepatites Virais.
​Coordenou o grupo técnico para as IST da Direção-Geral da Saúde (2024-2025) e integrou as equipas de alerta e resposta a surtos de hepatite A e mpox.
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